NIVEA VIVA Tom Jobim.

data: 04/06/13 - 01:05 PM


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Show gratuito de Vanessa da Mata em homenagem ao maestro soberano aconteceu no dia 26 de maio, no Parque da Juventude

O projeto NIVEA VIVA Tom Jobim, série de shows de Vanessa da Mata dedicada ao repertório do maestro soberano, chegou a São Paulo no dia 26 de maio (domingo), depois de passar por Salvador, Recife, Brasília e Porto Alegre. A apresentação da cantora mato-grossense foi realizada às 16h30, no Parque da Juventude. Depois, o projeto seguiu para Rio de Janeiro. Sempre em grandes espaços e com entrada franca, os espetáculos têm direção e curadoria de Monique Gardenberg, arranjos de Eumir Deodato e produção musical de Kassin. NIVEA VIVA Tom Jobim comemora os 50 anos do primeiro disco solo de Tom Jobim, The composer of Desafinado plays, produzido nos Estados Unidos. No mesmo ano, e também nos EUA, foi gravado Getz/Gilberto featuring Antonio Carlos Jobim, vencedor do Grammy e um dos discos mais importantes da História.

O projeto acontece depois do grande sucesso das apresentações de Maria Rita no projeto VIVA Elis, patrocinado pela NIVEA em 2012 e com público total de cerca de 300 mil pessoas. Através da iniciativa, a empresa reforça o compromisso de promover cultura no país por meio do tributo a um grande talento da música popular brasileira, reapresentando a diferentes gerações pérolas do cancioneiro que estão entre as mais fortes lembranças musicais da memória nacional.

“A NIVEA acredita que a genialidade de artistas como Elis, Jobim e outros talentos que marcaram nossa história não pode ser esquecida, pois representa um verdadeiro patrimônio cultural. E, considerando que a música é uma expressão cultural que está presente na vida do brasileiro de Norte a Sul do Brasil, NIVEA VIVA Tom Jobim levará o melhor da MPB a um grande público de diferentes capitais, em quatro regiões”, explica Tatiana Ponce, diretora de Marketing da BDF NIVEA Brasil.

Tom Jobim na voz de Vanessa da Mata

Uma das principais cantoras surgidas no país nas duas últimas décadas, capaz de conciliar sofisticação e popularidade, a mato-grossense Vanessa da Mata rende homenagem a um dos primeiros compositores por quem se apaixonou, ainda na pequena Alto Garças. A artista, que conheceu a obra do compositor a partir das músicas que entravam em trilhas de novelas, ressalta a simplicidade e a sinceridade que transparecem em suas canções de amor.

“Ele era claro, não era rebuscado. Não tinha outra pretensão que não fosse atingir com poesia aquela mulher a quem se dirigia. A geração do Tom se declarava sem vergonha, exaltava as mulheres como seres superiores”, ressalta Vanessa. “Quero mostrar o que a minha geração sente pelo Tom. Depois das novas bossas novas e das eletrônicas, é importante trazer para o público jovem a beleza dessa obra”.

Sobre a parceria, Vanessa complementa: “A NIVEA está colaborando com o melhor nível da música brasileira e é uma marca que eu sempre usei. Então, me sinto muito à vontade. É uma troca simbolicamente correta”, afirma a cantora que além de intérprete das canções de Jobim nos shows gratuitos do projeto também participa da nova campanha publicitária da marca.

Repertório

Eumir Deodato – um dos arranjadores brasileiros mais reconhecidos no exterior, tendo trabalhado com Björk, k.d. Lang e outros, além de ter orquestrado as sete músicas de Tom Jobim presentes no disco “Sinatra & Company” (1971), de Frank Sinatra – e Vanessa se permitiram inovar em algumas versões de canções clássicas, mas sem desrespeitar as harmonias de Tom. ‘Eu sei que vou te amar’, por exemplo, permanece comovente, mas recebe contornos de bolero. ‘Este seu olhar’ e ‘Por causa de você’ ganham acento pop nos arranjos. ‘Samba de uma nota só’ começa com levada nordestina. Já ‘O que tinha de ser’ tem sua força dramática ampliada numa interpretação à capela.

Inovações também marcam a concepção do espetáculo. Monique Gardenberg criou pequenos filmes para acompanhar músicas da segunda metade do show. ‘Wave’ é cantada enquanto, no telão, aparece a atriz Sophie Charlotte no calçadão de Copacabana, num clima anos 1960. ‘Sabiá’, composta em 1968, tem seu lado político destacado com cenas de conflitos na rua durante a ditadura militar. ‘Samba do avião’, vista aqui como uma canção de volta do exílio, vem propositalmente depois de ‘Sabiá’ e traz imagens de praia. ‘Piano na Mangueira’ conta com cenas de morro e de samba, sobretudo ligadas à escola verde-e-rosa. “Tom é da civilização do sim, do ‘vai dar certo’, da visão positiva das coisas”, afirmaMonique, já em seu terceiro trabalho em torno da obra do maestro.

Ela fez uma primeira seleção de 60 músicas, de onde saíram as pouco mais de 20 que compõem o repertório. Há algumas que podem não ser conhecidas por todos os fãs do compositor, como ‘Caminhos cruzados’, ‘Correnteza’ e ‘Lamento do morro’. E sucessos internacionais e eternos, como ‘Garota de Ipanema’ e ‘Desafinado’, além da música que foi o ponto de partida da bossa nova, ‘Chega de saudade’. Tom é o segundo autor mais gravado no mundo, atrás apenas da dupla Lennon/McCartney, dos Beatles.

Música da nova campanha da NIVEA, ‘Falando de amor’ também está nos shows com arranjo especial que ressalta a beleza desse choro-canção em que a letra também é de Tom. No repertório, há parcerias com Vinicius de Moraes, Dolores Duran, Chico Buarque, Newton Mendonça e Aloysio de Oliveira.

Sobre Tom Jobim

Nascido em 1927, no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro, Antonio Carlos Jobim só começou a tocar piano na adolescência. Apaixonou-se pelo instrumento, dedicou-se com afinco aos estudos e, com pouco mais de 20 anos, já casado e com um filho para sustentar, foi trabalhar em boates da zona sul carioca. Entre suas primeiras parcerias estão as feitas com Dolores Duran, estrela da noite do Rio na década de 1950.

Em 1956, foi convidado por Vinicius de Moraes para ser seu parceiro na trilha de Orfeu da Conceição, peça escrita pelo próprio poeta. A partir de Se Todos Fossem Iguais a Você e de outras canções nascidas desse primeiro contato, consolidou-se uma das duplas mais importantes da música brasileira, sem a qual não existiria a bossa nova. Foi com algumas das composições de Tom, como Chega de Saudade, e com a sua produção nos estúdios que João Gilberto iniciou as gravações que revolucionariam a nossa música e também influenciariam a sonoridade do mundo.

Na década de 1960, a obra de Jobim ganhou o planeta e ele gravou vários discos nos Estados Unidos, onde passava boa parte do ano. O Brasil nunca deixou de ser a matéria-prima mais nítida de seu trabalho, como provam ‘Wave’, ‘Urubu’, ‘Matita Perê’ – no qual está ‘Águas de Março’ – e outros álbuns feitos até o início dos anos 1970. As mulheres, inspiração também constante, renderam clássicos como ‘Lígia’, ‘Luiza’, ‘Ângela’ e ‘Bonita’.

Seja em formato orquestral, seja nos arranjos econômicos, o maestro provou sua excelência ao longo das décadas, beirando a unanimidade como o maior compositor popular brasileiro. Nos anos 1980 e até sua morte, em 1994, retomou o prazer de gravar e subir aos palcos acompanhado da Banda Nova – formada por parentes e amigos, todos grandes cantores e músicos. Seu repertório permanece alvo de reinterpretações das mais diversas em todo o mundo, jamais perdendo a vivacidade. Garota de Ipanema, sua e de Vinicius, está entre as músicas mais gravadas da História.

Sobre Vanessa da Mata

Nasceu em 1976, em Alto das Garças (MT e se mudou aos 14 anos para Uberlândia (MG), onde, no ano seguinte, começou a cantar em bares. Foi para São Paulo em 1992, integrou bandas de reggae, um grupo de música regional, jogou basquete e trabalhou como modelo. Conheceu Chico César em 1997 e, com ele, fez A Força que Nunca Seca – canção que Maria Bethânia escolheu para título de seu disco de 1999. Gravada por diversos intérpretes, Vanessa também passou a mostrar a sua voz, chegando em 2002 a seu primeiro CD, que levava seu nome. Lançou outros quatro desde então, conciliando sofisticação com capacidade de criar sucessos, entre eles Ai, ai, ai… e Boa sorte/Good luck, em duo com Ben Harper.

Sobre a NIVEA Brasil

Marca global pioneira em cuidados com a pele, a NIVEA começou sua história de sucesso em 1911, quando lançou no mercado o primeiro hidratante do mundo, desenvolvido a partir da emulsão estável de óleo em água, o Eucerit. Essa mistura deu origem ao Creme NIVEA, que ficou conhecido como o icônico creme da latinha azul.

Hoje presente em cerca de 160 países, no Brasil, a marca tem uma trajetória que remonta a 1914, quando ocorreu a primeira importação de produto NIVEA no País, processo que ganhou força na década de 30. Porém, foi em 1975 que a empresa instalou-se efetivamente por aqui, com a abertura de seu escritório em São Paulo

Em 2003, inaugurou sua fábrica no município de Itatiba (SP), decisão motivada pela expressiva expansão do segmento de cosméticos, produzindo localmente loções hidratantes para o corpo, protetores solares, sabonetes líquidos e desodorantes em formato roll-on. Em seu portfólio, a NIVEA conta com aproximadamente 1.600 itens. No Brasil, a marca oferece produtos em oito categorias – protetores solares e labiais, hidratantes corporais e faciais, itens para cuidados masculinos, para banho e desodorantes.

A NIVEA pertence ao grupo alemão Beiersdorf, com sede em Hamburgo, que detém várias outras marcas, entre elas Eucerin, La Prairie, Labello.

FICHA TÉCNICA:

Direção e Curadoria – Monique Gardenberg

Arranjos – Eumir Deodato

Banda

Bateria – Stephane SanJuan

Baixo Acústico e Bass Synth – Alberto Continentino

Synth – Dustan Galas

Piano – Danilo Andrade

Guitarra e Violão – Guilherme Monteiro

Guitarra – Gustavo Ruiz

Cordas:

Violinos – Ana de Oliveira, Pedro Mibielli, Her Agapito eDenise Pedrassoli

Viola – Deborah Cheyne e Rubia Siqueira

Violoncelo – Gretel Pagamini e Marcus Ribeiro

REPERTÓRIO DO SHOW:

1. Fotografia (Antonio Carlos Jobim, 1959)
2. Este seu olhar (Antonio Carlos Jobim, 1959)
3. Falando de amor (Antônio Carlos Jobim, 1979)
4. Só tinha de ser com você (Antonio Carlos Jobim, 1964)
5. Chovendo na roseira (Antonio Carlos Jobim, 1971)
6. Caminhos cruzados (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1958)
7. Por causa de você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957)
8. Desafinado (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1958)
9. Samba de uma nota só (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959)
10. Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958)
12. Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959)
13. Garota de Ipanema (Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962)
14. Wave (Antonio Carlos Jobim, 1967)
15. Correnteza (Antonio Carlos Jobim e Luiz Bonfá, 1973)
16. O que tinha de ser (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959)
17. Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1968)
18. Samba do avião (Antonio Carlos Jobim, 1962)
19. Só danço samba (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962)
20. Piano na Mangueira (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1992)
21. Lamento no morro (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956)
22. Eu sei que vou te amar (Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959)
Bis:
Estrada do sol (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958)
Falando de amor (Antonio Carlos Jobim, 1979)
Garota de Ipanema (Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962)

TURNÊ – PROGRAMAÇAO

Salvador

21 de abril (domingo), às 16h30

Farol da Barra

Largo do Farol da Barra, s/n

Recife

28 de abril (domingo) , às 17h30

Parque Dona Lindu

Av. Boa Viagem, s/n – Boa Viagem

Brasília

5 de maio (domingo), às 16h30

Parque da Cidade Dona Sarah Kubtschek

Praça das Fontes

Asa Sul de Brasília – Estacionamento 9 – acesso 906/7 Sul

Porto Alegre

19 de maio, às 16h30

Anfiteatro Pôr do Sol

Av. Edwaldo Pereira Paiva, s/n (Localizado no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, na orla do Lago Guaíba)

São Paulo

26 de maio (domingo), às 16h30

Parque da Juventude

Av.Cruzeiro do Sul, 2.630 – Santana (ao lado do metrô Carandiru)

Rio de Janeiro

09 de junho (domingo), às 17h

Entre os postos 10 e 11 (palco localizado na altura da Avenida Vieira Souto, esquina com Rua Paul Redfern, próximo ao Jardim de Alah). 

fonte: Agito SP - http://agitosp.com/2013/05/24/nivea-viva-tom-jobim-chega-a-sao-paulo/

fotos by Priscila Mariana.





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